ASSUTADOR! José Kobori Explica a Crise no Japão e o Futuro da Economia Global
Tem um tem alguns eventos acontecendo eh que são preocupantes. O Japão tá atingindo uma, ele eu sempre brinquei que o Japão sempre lutou para ter inflação, só que agora eles já estão com a taxa de inflação perde 3%, 2.9. Eh, e a renda no país, ela só, nesse mesmo período tá só subiu 1.9. Então, o povo japonês, ele tá perdendo poder de compra. Eh, e o Banco Central do Japão, ele teve um teto máximo nos últimos 30 anos de ,5% na taxa de juros. Na grande maioria zero e negativo a taxa de juros. E o Banco Central Japonês está sinalizando que vai aumentar essa taxa de juros. Tudo bem que vai aumentar 0,25, mas é um é um fato histórico. Depois de 30 anos vai ser uma tá juros acima de 0%. Eh, só que o grande problema de ter mantido a taxa de juros em níveis muito baixos ou negativos é que o Japão passou a ser um fornecedor de liquidez na economia mundial, né? famosa operaçõ japones ia buscar maior rentabilidade fora. >> É o maior eh a famosa operação de carry trade. Então o mundo inteiro ia no Japão tomar dinheiro emprestado a 0,5%, a 0% e investir em títulos do tesouro americano, que são considerados mais seguros, a hoje 3,5%. Então eles ganhavam esse spread. Eh, só que quando o Banco Central Japonês aumenta a taxa de juros, ele vai reduzindo esse esse carry trade, né? Tem muitas operações vão começar a ser liquidadas e os Estados Unidos hoje o Fed tá sinalizando que vai baixar a taxa de juros. Então o Japão subindo a taxa de juros e o Fed baixando, ele >> nas duas pontas diminui esse spread. Eh, >> e o não à toa o Banco Central do Japão é o maior detentor da dívida pública americana, justamente por causa dessas operações também. Eh, então eles vão começar provavelmente a ter uma liquidação de títulos do tesouro americano acima da média. Quando você >> para poder honrar as tomadas de de capital, >> é muito o que a gente chama do sistema financeiro mundial, chamado sistema euro dólar, é tudo funciona em cima e desse carry trade que é feito com o Banco Central do Japão. É o Japão que fornece liquidez inclusive paraos Estados Unidos, de dólar pros Estados Unidos. Porque quando eu, o investidor vai lá e toma dinheiro emprestado e ou compra título do tesouro eh do Japão, o Banco Central de Japão também é o modo detentor de tiro da própria dívida pública japonesa. >> CL >> e aí com excesso de liquidez em dólar, o Banco Central do Japão vai compra do tesouro americano. Então ele também fornece liquidez em dólar pros próprios Estados Unidos e pro resto do mundo. Então esse é uma coisa que começou a a ficar desequilibrado no justamente no momento geopolítico que os Estados Unidos tá perdendo o poder da hegemonia do dólar e e o mercado para título do tesouro americano tá se reduzindo, porque o que fornece liquidez para os títulos da dívida americana é o mercado mundial, não é nem só o mercado interno eh americano. Então, eh, todo o movimento, tanto que quando o Donald Trump começou esse movimento da guerra comercial, teve um stress no mercado financeiro mundial, justamente por causa disso. Todo mundo fala: “Ah, a China, tudo bem que ele eles já tinham uma intenção de reduzir a exposição ativos denominados em dólar, >> principalmente >> já vinha fazendo isso, >> já vinha fazendo isso quando começ principalmente quando começou a guerra da Ucrânia, vê as sanções contra a Rússia, a China falou: “Quem quer ficar na mão dos Estados Unidos se eles sequestrar os ativos da Rússia, né?” Então, a China já tinha isso. O Banco Central Japonês não tinha isso. Só que o Banco Central Japonês começou a liquidar um monte de tiro da dívida americana. Eu lembro na época até me perguntaram eh se o Banco Central do Japão também tava com a mesma estratégia da China de se livrar dos ativos denominados. falou: “Não, isso é automático, é justamente por causa de todas as operações, >> a margem vai reduzindo, >> vai eh porque quando você faz uma outra operação que a gente chama de arbitragem no mercado financeiro mundial, eh você precisa da taxa de juros estável. E a taxa de juros mais estável do mundo é a taxa de juros do do do dos Estados Unidos. Eh, que você faz a arbitragem, porque o mercado futuro o que determina o preço é arbitragem, né? Você compra uma ponta e vende a outra ou vende a outra ponta e compra. Você fica fazendo aquilo tentando ganhar na na diferença da distorção. Se a taxa de justa estável, são operações são feit o tempo todo e tem maior liquidez na no sistema financeiro mundial, né, chamado sistema euro-dólar. Só que quando os Estados Unidos entrou, o Donald Trump entrou e começou a fazer gada tarifária, essa taxa de juros começou a ficar muito estável e essas operações de arbitragem começaram a dar errado. Quando começou a dar errado, começou a chamar a margem. A margem de todos esses negócios tá no Banco Central do Japão contido do tesouro americano. Então aquilo que eu tava explicando no início, aí o cara foi chamado na margem, ele tinha que vender, desmontar a operação de carry trade dele para vender os títulos tor americanos para cobrir a margem das outras operações que todos os grandes fundo faz. E aí foi uma liquidação automática de títulos do tesouro americano. Não era porque o Banco Central tava japonês tava vendendo. >> Então isso já demonstrou como o sistema financeiro mundial ele tá muito interligado e ele é e ele qualquer estress pode gerar um desencadear uma crise, né? E é o que tá pode acontecer agora com essa diminuição desse spread entre o a taxa de juros do Japão e a taxa de juro dos Estados Unidos. Você tá achando que o ativo provável de uma nova crise financeira são os ativos vinculados à inteligência artificial e o epicentro é o Japão ou a alavanca da crise é o Japão? >> Não, eu acho que o Japão é uma das peças que tá que pode gerar esse estés no mercado. O o principal é a bolha de ar, porque ela tá sugando quase toda a liquidez que existe nos Estados Unidos. Você tá correndo, todo mundo tá correndo para ir por causa da valorização acelerada das empresas >> e o próprio e o próprio governo dos Estados Unidos sabe disso e tem incentivado isso, aquele jantar que o Donald Trump fez com os >> claro >> os caras da Bigc, inclusive, não sei se você lembra, ele perguntando quanto você vai investir, quanto você vai investir >> e na realidade eles não estavam lá querendo saber quanto cada um, eles que estavam querendo saber quanto que o estado, o estado americano ia dar de dinheiro para eles, né? O próprio San Áltima foi na entrevista e falou: >> “Não é parente meu, >> para meu azar”. >> Não, sua por sua sorte. Você é um cara muito mais >> P. Mas era legal ter um parente rico do que igual muito >> mas não é parente meu. >> Não é seu parente. Mas o o São teve numa entrevista e ele teve a cara de pau aquilo que falou, né? Todos nas crises todos são crises. Falou assim questionado, né? Pelo tamanho. Eles todos são sempre questionados que o negócio meio que saiu do controle, né? não vai dar retorno nunca tô dinheiro que entrou lá. E ele falou: “Não, o negócio tá tão grande que eh o estado americano sempre vai ser o segurador de última instância.” >> Ou seja, que ines puro, né? No >> radical. Entendi. >> Vamos na hora de socializar o prejuízo, >> a gente socializa o prejuízo, né? Porque essas empresas de A, elas simplesmente não estão gerando caixa. Ela não tem, elas têm perspectiva de geração de lucro a curto prazo.
O Japão, por décadas visto como um modelo de estabilidade econômica, está à beira de uma crise que pode abalar os alicerces da economia global. O que parecia uma “década perdida” prolongada pode estar se transformando em um colapso controlado com consequências mundiais. A terceira maior economia do planeta está em um ponto de inflexão histórico.
Nesta análise profunda e reveladora, o estrategista econômico José Kobori desvenda a complexa crise japonesa e explica por que o desfecho desse cenário pode determinar o futuro do sistema financeiro internacional. Do controle de yield curves ao colapso demográfico, entenda como o problema do Japão é, na verdade, o problema de todo o mundo desenvolvido.
🌍 Neste vídeo, José Kobori explica:
A tempestade perfeita japonesa: dívida pública de 260% do PIB, envelhecimento populacional acelerado e deflação crônica.
O fim da era do Bank of Japan: como o banco central se tornou refém de seu próprio balanço e perdeu o controle.
O colapso do iene e sua consequência global: por que a desvalorização da moeda japonesa é um terremoto cambial para o mundo.
O efeito dominó nos mercados de títulos: como a crise da dívida japonesa pode contaminar os EUA e a Europa.
As implicações para o Brasil e economias emergentes: como a crise japonesa afetará commodities, juros e moedas locais.
⚠️ Análise Sistêmica: Esta não é uma crise isolada, mas um teste laboratorial do que pode acontecer com EUA e Europa nas próximas décadas. O Japão é o paciente zero do mundo pós-crescimento.
💬 O canário na mina de carvão?
O Japão está apenas antecipando o que acontecerá com o resto do mundo desenvolvido? O modelo de crescimento baseado em dívida chegou ao limite? Como se proteger dessa contaminação global? Participe do debate crucial nos comentários.
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2 Comments
E as 7 magníficas já estão vivendo uma bolha financeira, todo o valor dessas é virtual e patrocinado pelo FED e deep state quequer captar rwcursos do stroixas latinos amaericanos
💯💯💯