A Coreia do Norte vai entrar em guerra com a Coreia do Sul?
Em 30 de dezembro de 2023 no plenário do partido dos trabalhadores da coria o líder norte-coreano rejeitou a reunificação pacífica da coria e descreveu as relações intercore como hostis ele também ordenou um aumento das capacidades militares para subjulgar a Coreia do Sul no caso de um confito as
Palavras de Kim causaram apreensão nas corias dois eminentes estudiosos relações intercore Robert Carlin and sigfried hacker chegaram a sugerir que King John 1 escolheu o caminho da guerra como sempre a questão é complexa vamos olhar mais de perto bem-vindo ao dossier dos anos [Música] 20 durante 75 anos o conflito dominou as
Relações entre a República da Coreia e a república Popular democrática da Coreia a guerra da Coreia de 1950 a 53 ceifou a vida de milhões de pessoas causou destruição e perpetuou a divisão da península coreana levou os estados coreanos a constituírem mentalidades e a tomarem ações abertamente hostis uns
Contra os outros nos anos que se seguiram nem pyang nem seu cruzaram o liar da guerra mas existem tensões regulares muitas vezes resultando em muitas mortes entre 1966 e 69 centenas de soldados de ambos os lados morreram em constantes confrontos fronteiriços apesar do clima de hostilidades também houve momentos de
Aproximação e diálogo nas relações intercore Anas a primeira reunião entre representantes das duas coreias foi em Julho de 72 o documento final sinalizou a vontade de iniciar um diálogo para a reunificação da Coreia foi baseado nos três princípios de reunificação do líder norte-coreano k irsen promulgados alguns meses antes de acordo com estes
Princípios a reunificação deveria ser alcançada independentemente de influências externas com base na unidade Nacional apesar das Diferenças ideológicas e sistêmicas e Por meios pacíficos através do Diálogo inter-coreano embora o acordo de 72 não tenha resolvido as disputas tornou-se a base para negociações nos anos seguintes em particular a chamada década do Sol de
98 a 2008 e a reaproximação intercore de 2018 mostraram que o diálogo embora difícil é possível porém os acontecimentos recentes sugerem que o futuro próximo será marcado pelo aumento das tensões grande parte da culpa vai para Kim John 1 que efetivamente abandonou o documento assinado em 72 pelo diálogo com o su em
30 de dezembro de 2023 no plenário do partido dos trabalhadores da Coreia o líder norte-coreano rejeitou a reunificação pacífica da Coreia e descreveu as relações intercore Anas com mosti e apontou para a necessidade de preparar capacidades militares para subjulgar a Coreia do Sul no caso de um
Conflito em 16 de janeiro deste ano durante uma sessão parlamentar Kim anunciou alterações na Constituição ordenou a eliminação dos artigos sobre a reconciliação e reunificação coreana que serão substituídos por disposições que definem a República da Coreia como o principal inimigo do Norte poucos dias depois o arco da unificação em pyang
Construída em 2001 para simb a reconciliação coreana foi demolido e as instituições responsáveis pelas relações intercore foram desmanteladas o líder norte-coreano rejeitou a possibilidade de diálogo não só com as atuais autoridades conservadoras na República da Coreia mas também com os seus possíveis sucessores liberais por fim ele reconheceu que todos os governos
Em C1 conservadores ou liberais estavam de fato tentando absorver o norte mais fraco ao sul mais forte as palavras de kin jo 1 levaram dois respeitados investigadores americanos Robert Carlin um analista de longa data da Cia e funcionário do departamento de estado e sing frri hacker um físico nuclear e
Antigo diretor do centro nuclear de Lois alamos a fazerem uma afirmação alarmante na página 38 North segundo eles o líder norte-coreano tomou uma decisão estratégica de ir à guerra as opiniões de Carlin e hecker sobre uma possível guerra na península coreana viralizaram mas essa análise parece altamente questionável uma vez que é difícil
Encontrar argumentos conv vicentes de que a guerra traria resultados positivos para as autoridades de pyang além disso o foco na perspectiva de guerra é uma distração de ameaças reais muito mais prováveis contudo mesmo sendo improvável que kinj 1 lance uma guerra suicida não significa que não haja motivo para preocupação a
Caracterização de Kim das relações intercore Anas como usti é antes de mais nada uma avaliação realista das últimas décadas abandonar a ideia do Diálogo intercore ano pode indicar que o norte passou a considerar o contato com o Sul dispendioso e a ificação pacífica perigosa A bem da verdade a reunificação
Com a Coreia do Sul democrática e de livre mercado seria um desastre para as autoridades de pyang mesmo que apenas devido à perda de controle sobre a informação isso é exemplificado pelo fato de as autoridades norte-coreanas terem intensificado nos últimos anos a sua repressão às influências externas na sociedade incluindo a cultura pop
Sul-coreana Será que autoridades de piang poderiam anexar o sul e alargar o controle a outros 50 milhões de coreanos dado que controlar os 25 milhões de habitantes do Norte já é Um Desafio independentemente da natureza totalitária do governo de King John i não há como negar a racionalidade das
Suas ações Ele deve estar ciente de que é incapaz de vencer um conflito com as forças armadas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul que possuem superioridades nuclear e convencional Além disso precisaria reunir recursos militares e desenvolver instalações perto da fronteira com a Coreia do Sul antes de o
Conflito entretanto de acordo com os relatórios dos governos dos Estados Unidos do Reino Unido e da Ucrânia o norte enviou quantidades significativas de equipamento militar para a Rússia nos últimos meses não devemos esquecer que a intimidação faz parte da lógica das relações Norte e Sul pyang já ameaçou
Transformar seu no mar de fogo quando ainda mantinha oficialmente a retórica da unificação além disso em discursos políticos Kim não falou sobre uma vontade Incondicional de ir à guerra pelo contrário estipulou que ação militar só seria realizada em resposta a provocações dos inimigos embora a Coreia do Norte esteja habituada a culpar par
Os outros por seus problemas o fato é que não foram apenas as suas ações que aumentaram as tensões na península o governo do presidente sul-coreano yuns kou no cargo desde 2022 expandiu a escala e o escopo dos exerccios militares conjuntos com os Estados Unidos construiu as suas próprias capacidades militares e reforçou a
Cooperação trilateral com os Estados Unidos e o Japão ao mesmo tempo intensificou a sua retórica de confronto em relação ao norte portanto as ações da Coreia do Norte não surgiram do nada o fato de ser improvável que Kim johon 1 esteja se preparando para a guerra não significa que não haja outros problemas
Outras ameaças além da Guerra são reais e crescentes a Coreia do Norte tem uma longa história de utilização de provocações militares para diversos fins Durante a Guerra Fria foram utilizados para estabilizar a política no Sul já nos últimos anos são utilizados principalmente para testar a credibilidade da Aliança da Coreia do
Sul com os Estados Unidos o desenvolvimento do Arsenal Militar da Coreia do Norte é particularmente preocupante expande o leque de opções do Norte contra o sul e os Estados Unidos só no mês passado pyang testou novos mísseis de Cruzeiro lançados do solo e por submarinos o míssil balístico de
Médio alcance de combustível sólido testado em janeiro poderá representar um sério problema para os sistemas de defesa antimísseis dos Estados Unidos a Coreia do Norte também está desenvolvendo uma capacidade de longo alcance o míssil balístico Intercontinental rong 18 que Teoricamente pode atingir território americano ano passado o norte também
Expôs uma ogiva nuclear tática que poderia ser implantada em vários veículos de entrea além de testes de drones subaquáticos que poderiam transportar uma carga nuclear drones norte-coreanos já voaram ao redor de seu no final de 2022 para surpresa dos militares sul-coreanos a Coreia do Norte também está desenvolvendo capacidades de
Reconhecimento e Vigilância para ver as forças dos Estados Unidos e da Coreia do Sul e após lançar o seu primeiro satélite militar em novembro espera-se que mais três sejam lançados este ano o desenvolvimento do Arsenal nuclear e de mísseis da Coreia do Norte Visa reforçar a sua dissuasão nuclear Isto é visto
Como uma garantia para a sobrevivência do regime em pyang o norte também procura influenciar outros estados e moldar a política na região desta forma em particular procura minar a credibilidade de Washington aos olhos dos seus aliados o Norte quer criar uma situação em que os Estados Unidos não respondam a um ataque norte-coreano
Contra o sul por medo de um contra-ataque nuclear contra as bases americanas na região ou até em seu próprio território além do desenvolvimento das suas capacidades militares a Coreia do Norte também está tentando tirar o máximo proveito da situação internacional Kim joh 1 referiu-se em diversas ocasiões à atual
Situação Global com uma nova Guerra Fria a rivalidade Estados Unidos China e a invasão russa da Ucrânia proporcionam um contexto geopolítico para as atividades do Norte devido à escalada do confronto entre as potências e após o fracasso nas negociações com os Estados Unidos em 2019 pyang viu a reaproximação com
Rússia e China como a opção mais razoável para satisfazer as necessidades russas na guerra o norte fornece munições de artilharia e mísseis como o KN 23 que é baseado no scander a utilização destes mísseis pela Rússia na Ucrânia proporciona ao regime coreano a oportunidade de testar o seu valor em
Combate em troca a Coreia do Norte pode obter tecnologias russas incluindo tecnologia espacial além de apoio político no Conselho de Segurança da ONU e assistência para contornar sanções as relações com Pequim são igualmente importantes a pandemia debilitou a economia norte-coreana então a retomada da cooperação econômica com a China é
Uma garantia da sobrevivência do Norte a China tal como a Rússia veta novas sanções contra a Coreia do Norte na ONU e permite que as sanções existentes sejam contornadas assim o apoio dos dois membros permanentes do Conselho de Segurança dá a Coreia do Norte relativa liberdade para desenvolver suas
Capacidades militares e aumentar as tensões na região os benefícios de manter relações estreitas a Rússia e a China faz que o regime de quim queira apresentar como parceiro útil e valioso para estes países do ponto dea da agressão russa contra Ucrânia não são apen os fornecimentos de munições norte-coreanos que são benéficos mas
Também o desvio do foco americano a Rússia quer que os Estados Unidos estejam mais preocupados com a situação na península coreana do que na Europa Oriental Além disso ao desenvolver relações com a Coreia do Norte a Rússia pressiona a Coreia do Sul a não apoiar a
Ucrânia com munições já para a China o valor da Coreia do Norte reside no fato de poder complicar o cenário de defesa dos Estados Unidos na Ásia oriental os planejadores americanos TM de considerar a possibil idade de ação militar simultânea em dois teatros de guerra separados o Estreito de Taiwan e a
Coreia incluindo a utilização limitada de armas nucleares isso representaria desafios operacionais para os Estados Unidos e os seus aliados regionais mesmo que não houvesse coordenação entre Pequim e piang a Coreia do Norte também poderia agir abaixo do Limiar da Guerra para minar a credibilidade da Aliança Americana o que também é importante para
China e Rússia ataques convencionais limitados ou com mísseis na fronteira intercore poderiam testar a resposta dos Estados Unidos e da Coreia do Sul o norte pode assumir que os Estados Unidos se abster de uma resposta firme temendo não só uma resposta nuclear mas também o envolvimento chinês caso a situação
Evolua perigosamente para uma guerra de grande escala uma resposta Branda de Washington a uma provocação norte-coreana poderia abalar a confiança dos aliados dos Estados Unidos tanto na Ásia como na Europa no valor das garantias de segurança americana no entanto o fato de as ações da Coreia do
Norte beneficiarem a Rússia e a China não significa que sejam Aliados Leais as autoridades de pyang tratam Os Dois Vizinhos como instrumentos chegando ao ponto de tomar medidas hostis contra eles em 2021 e 22 por exemplo hackers coreanos roubaram informações de uma empresa russa de mísseis a relação de
Piang com Pequim também é marcada por profunda desconfiança exatamente por isso que inj 1 se aproximou da Rússia Para sinalizar a xinping que não depende exclusivamente da China pois conta com o apoio de Vladimir Putin a Coreia do Norte tem muitas opções para ataques limitados à Coreia do Sul segundo o
Governo sul-coreano de 1953 até 2022 o norte realizou 1119 provocações de vários tipos contra o sul cerca de 50% deles foram no mar 45% em Terra e 5% no ar por risco de incidentes ou mesmo conflitos fronteiriços é ainda maior agora depois que a Coreia do Norte violou em novembro o acordo sobre
Medidas de fortalecimento da confiança na fronteira intercore Aliás o Sul já havia rompido parte do acordo o qual previa entre outras coisas a suspensão de alguns exercícios militares perto da Zona desmilitarizada e a ativação de procedimentos de prevenção de incidentes fronteiriços Em janeiro deste ano foram disparados projéteis contra a disputada
Fronteira marítima perto das ilhas de ipong e bayen yeong prenunciando os acontecimentos dos meses seguintes desta vez o sul respondeu imediatamente com com bombardeios do lado norte-coreano não houve vítimas porém vale a pena recordar que a situação nesta área já esteve bem pior em 2010 por exemplo a
Coreia do Norte afundou um navio sul-coreano matando 46 marinheiros e depois bombardeou yon pong quatro pessoas morreram uma grande escalada pode ocorrer em breve por causa das manobras anuais conjuntas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos marcadas para mar e as eleições do Sul em abril a
Coreia do Norte poderá por exemplo intensificar as atividades de hackers e de inteligência no sul para roubar Fundos e planos militares ou mesmo para organizar ataques terroristas um elemento adicional de escalada poderão ser novos testes de mísseis e possivelmente um nuclear finalmente kinj 1 poderá aumentar gradualmente as
Tensões tendo em vista as eleições presidenciais dos Estados Unidos em novembro seria uma situação semelhante à de 2017 naquele ano a fim de reforar a sua posição antes das conversações com administração de Donald trump a coria do Norte realizou vários testes de mísseis e dea de hidrog D aidade deor de trump
Este ano o norte pode estar para volt negociações com o novo governo Mas desta vez é improvável que incluam a desnuclearização as negociações sobre esta questão falharam em 2019 e a Coreia expandiu o seu Arsenal desde então Quim pode estar disposto a dialogar com trump sobre o pretexto de discutir armas nucleares mas
Com o objetivo de obter concessões Em troca da desescalada da Aliança dos Estados Unidos com a Coreia do Sul ou o alívio de sanções as negociações também poderiam servir para fortalecer a posição de pyang na nas suas relações com China e Rússia a adoção por parte do Norte de uma linha abertamente
Conflituosa em relação ao sul abre a possibilidade de vários tipos de ação agressiva abaixo do Limiar da Guerra ao radicalizar a sua postura pyang está sinalizando que não hesitaria em usar armas nucleares contra os sul-coreanos no potencial conflito mesmo sob essa pressão é improvável que a Coreia do Sul
Relaxe a sua cooperação com Estados Unidos e abandone a expansão das suas capacidades militares no curto prazo no longo prazo porém as ações do Norte poderão aumentar a divisão entre as elites políticas do Sul ou pelo menos esse é o racional envolvido portanto a principal influência de pyang nos
Processos políticos na Coreia do Sul não será uma invasão mas sim ameaças baseadas em capacidades nucleares e de mísseis em resumo uma em grande escala por parte da Coreia do Norte é altamente Improvável começar uma guerra não resolveria nenhum dos problemas de kinj 1 Portanto o perigo não é que o norte
Inicie deliberadamente uma guerra mas que isso possa acontecer como resultado de uma escalada descontrolada devido a provocações abaixo do Limiar da Guerra violações das Fronteiras marítimas trocas de tiros na zona desmilitarizada testes de mísseis utilização de drones ou ataques cibernéticos a resposta a estas ameaças testará a credibilidade da
Aliança Coreia do Sul Estados Unidos ela enfrentará a difícil tarefa de equilibrar-se entre uma resposta necessária e firme ou evitar uma resposta que as autoridades de pyang interpretariam como preparativos de uma guerra iminente é por isso que os Estados Unidos estariam dispostos a estabelecer canais de comunicação com o
Norte isto reduziria o risco de Mal entendidos e uma escalada descontrolada diz-se que a administração biden fez mais de 20 propostas para conversações com a Coreia do Norte todas rejeitadas kinj 1 não está atualmente interessada em negociar com os Estados Unidos a questão é se ele mudará de ideia e em
Caso afirmativo em que [Música] termos la
Em 30 de dezembro de 2023, no plenário do Partido dos Trabalhadores da Coreia, o líder norte-coreano rejeitou a reunificação pacífica da Coreia e descreveu as relações intercoreanas como hostis e apontou para a necessidade de preparar capacidades militares para ‘subjugar’ a Coreia do Sul no caso de um conflito. Em 16 de janeiro deste ano, durante uma sessão parlamentar, Kim anunciou alterações na constituição – ordenou a eliminação dos artigos sobre a reconciliação e reunificação coreana, que serão substituídos por disposições que definem a República da Coreia como o “principal inimigo” do Norte. Poucos dias depois, o Arco da Unificação em Pyongyang, construído em 2001 para simbolizar a reconciliação coreana, foi demolido e as instituições responsáveis pelas relações intercoreanas foram desmanteladas. O líder norte-coreano rejeitou a possibilidade de diálogo não só com as atuais autoridades conservadoras na República da Coreia, mas também com os seus possíveis sucessores liberais. Por fim, ele reconheceu que todos os governos em Seul – conservadores ou liberais – estavam de fato tentando absorver o Norte mais fraco ao Sul mais forte.
00:00 Introdução
00:58 A Guerra da Coreia
03:09 Kim Jong Un desafia o Sul
08:37 Aliança Coreia do Norte, China e Rússia
13:06 As opções de Kim Jong Un
Produção: Huber Walas
Pesquisa e análise: Oskar Pietrewicz
Edição de vídeo: Łukasz Szypulski
Tradução e locução: Tiago Pedreiro
Música: Simple Thieves – Mists of Yunnan
4 Comments
No mesmo dia da destruição do portal, publiquei uma conversa com minha filha, fora do Brasil, sobre a falsa idéia de que seria uma guerra suicida para Kim. A guerra já está planejada e está dentro de um calendário, em última instância, garantido por um novo tipo de míssil, totalmente novo, um game changer para os Estados Unidos. É praticamente certo. Existe uma aliança quatri partite.
🇧🇷
Boa Noite. A todos. Belmonte-BA.
Preocupante.